Posicionamento
A venda casada é o maior inimigo do seu patrimônio

Existe uma cena que se repete em praticamente todo escritório de produtor e de empresário que visito. O gerente do banco liga, o crédito está "quase aprovado", e aí vem a frase: "só falta a gente fechar aquele consórcio" — ou o seguro, ou a previdência. Ninguém diz que é obrigatório. Mas todo mundo entende que é.
O cliente assina. Não porque quer o produto, mas porque tem medo de perder a linha de crédito. E chamam isso de relacionamento.
Que relacionamento é esse?
Venda casada é crime. Está vedada no Código de Defesa do Consumidor e é expressamente proibida pelo Banco Central. Mas o problema vai muito além do jurídico, e é aí que quase ninguém presta atenção.
O verdadeiro estrago é a contaminação. Consórcio é um instrumento excelente para adquirir máquina sem comprometer o caixa na hora errada. Seguro de vida é a base de qualquer planejamento sucessório sério. Previdência é a espinha dorsal da independência financeira. São boas soluções — e passaram a ser vistas com desconfiança por causa de quem as usou como moeda de troca.
Quando o produtor me diz "não quero nem ouvir falar de consórcio", ele não está rejeitando o produto. Está rejeitando a lembrança de ter sido pressionado.
O custo invisível
Além do preço que você paga por um produto que não queria, existe um custo que ninguém calcula: o da desconfiança. Uma família que foi empurrada uma vez fecha a porta para todas as próximas conversas — inclusive as boas. Perdem-se anos de planejamento porque alguém quis bater a meta do trimestre.
E há o custo da renovação. Já vi corretora zerar comissão para ganhar o contrato e, no ano seguinte, precisar explicar um aumento que não tem explicação. A conta sempre chega.
Como a AZG se posiciona
A AZG nasceu, em boa parte, como resposta a isso. Nada que oferecemos está condicionado a nada. Você contrata o crédito sem levar o seguro. Contrata o seguro sem levar o consórcio. Contrata só o que faz sentido para a sua família — e só.
Isso nos custa negócios? Custa. E é exatamente por isso que vale a pena: a única coisa que sustenta uma relação de patrimônio ao longo de vinte anos é a certeza de que ninguém está empurrando nada.
Se você já passou por isso, não desista das soluções. Desista de quem as usou contra você.

