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Análises e insights sobre planejamento patrimonial, investimentos e mercados globais.

Consolidação patrimonial: quem tem muita coisa costuma não saber quanto tem
Patrimônio construído em décadas de bons negócios costuma não caber numa frase. Consolidar é saber quanto a família tem, e em quê, antes que alguém peça.

Consórcio com taxa de juros e data garantida não é consórcio
Consórcio não cobra juros e não tem data marcada. Quando a proposta chega com taxa mensal e contemplação garantida, é outra coisa que está sendo vendida.

Esperar a eleição também é uma posição em dólar
Tem muita decisão parada no Mato Grosso esperando a eleição passar. Só que a exposição ao câmbio não espera: ela mora no intervalo entre fechar o negócio e receber.

A estrutura chegou. O combinado, não.
Tem muita holding no Mato Grosso e pouca governança. Montar a estrutura tem prazo, cartório e entregável. Combinar como a família decide não tem — e é justamente a parte que ninguém marca na agenda.

Todo mundo segura a máquina. E o operador?
A colheitadeira tem seguro, valor de tabela e renovação em dia. A pessoa sem a qual nada disso tem importância, muitas vezes, não. Talvez porque a máquina quebra na frente de todo mundo, e gente quebra em silêncio.

Seis anos da AZG: o que aprendi ouvindo famílias do agro
A AZG foi fundada em 1º de setembro de 2020. Não vou contar o tamanho dela, porque não é isso que mudou. O que mudou foi o que eu entendo do trabalho, e isso eu aprendi ouvindo.

Seguro viagem: o seu plano de saúde, em regra, não vale lá fora
Você só pode contratar seguro enquanto não precisa. Em nenhum outro isso é tão literal quanto no seguro viagem: o balcão fecha na hora do embarque, e o plano de saúde brasileiro, em regra, fica no Brasil.

O risco não está no ativo. Está na moeda.
Metade do patrimônio da alta renda brasileira está estacionada no pós-fixado, no que o mercado chama de "sem risco". Duas leituras da mesma semana me fizeram olhar essa frase com mais calma.

Todo boom acaba. Quem tratou como ciclo, fica.
Stavanger viveu de sardinha, virou capital do petróleo e continuou de pé quando o pico passou. A diferença entre quem atravessa e quem quebra não é o tamanho do boom.