Proteção
Médico: sua renda depende de você. E se você parar?

Cresci em hospital. Meu pai era médico, e a minha infância foi feita de sala de espera, plantão e jantar interrompido.
Ele nunca faltou a um plantão. E nunca marcou uma consulta para a própria vida financeira.
Levei muito tempo para entender que aquilo não era desleixo. Era hierarquia — a mesma que eu vejo hoje nos meus clientes médicos. Gera uma das melhores rendas do país e carrega uma fragilidade que quase ninguém nomeia: se ele para, a receita para junto.
Não existe ativo trabalhando por ele enquanto se recupera. Não existe operação girando sozinha. A renda é a sua capacidade de atender — e ela pode ser interrompida por um acidente banal.
Três riscos que andam juntos
O primeiro é a interrupção da renda. Um afastamento de três meses por cirurgia, acidente ou doença é suficiente para desorganizar o padrão da casa, as parcelas do consultório e a escola dos filhos.
O segundo é a exposição a processos. A atividade médica convive com o risco permanente de uma alegação de erro — e uma ação pode alcançar o patrimônio pessoal, aquele que nada tem a ver com o consultório.
O terceiro é o mais silencioso: receita alta sem estratégia não vira patrimônio. Vira padrão de vida. E padrão de vida não sustenta ninguém quando a capacidade de atender diminui.
O que se faz a respeito
A DIT — Diária por Incapacidade Temporária — garante um valor diário enquanto você estiver impossibilitado de exercer a atividade. É o que impede que um problema de saúde vire um problema de caixa.
O seguro de responsabilidade civil profissional custeia a defesa e responde por eventuais indenizações, preservando o que está fora do consultório.
E a organização patrimonial separa a pessoa física dos riscos da atividade, para que o que você construiu não responda por exposições evitáveis.
Meu pai atendeu por quarenta anos e nunca ficou doente a ponto de parar. Por isso nunca precisou descobrir o que aconteceria se parasse.
Você já fez essa conta?

